Trilha sonora do momento

E já que a mania de se inspirar em obras alheias sem dar o devido crédito está em alta, vamos relembrar um dos melhores exemplos do gênero.

Porque o coveiro Rod Stewart não poderia imaginar que Jorge Ben Jor pudesse ser tão incompreensivo assim…

Publicado em Trilha sonora do momento | Marcado com , , , | Deixe um comentário

Pensamento do dia

My best friend is the one who brings out the best in me.

By Henry Ford

Publicado em Pensamentos do dia | Marcado com , , , | Deixe um comentário

Pra desopilar: Oscar no All Star Game

2 arremessos. 2 cestas.

Esse é o velho Mão Santa.

😉

Publicado em Pra desopilar | Marcado com , , , | Deixe um comentário

Despontando para o anonimato

Uma vez que o Carnaval se aproxima, vamos pegar leve antes desta semana momina.

E, para quem acompanha o Blog, pegar leve sempre é sinônimo de volta aos anos 80.

Pra começar, um verdadeiro clássico do early eighties.

Porque foi em 1983 que os excêntricos membros do Kajagoogoo lançaram um hit que não tinha nada a ver com eles.

Deles se podia dizer de tudo, menos que eram Too shy.

De todo modo, o grupo não viveu muito tempo depois disso para que a dúvida fosse enfim dirimida.

Ossos do ofício…

Publicado em Despontando para o anonimato | Marcado com , , , | Deixe um comentário

Fecha na Prochaska

Quem é mais velho deve se lembrar.

No começo dos anos 80, a Ditadura Militar vivia seus estertores. O país quebrara de fato em 1982 e de direito em 1984. O General Figueiredo já estava mais preocupado com seus cavalos do que em governar o país, e os últimos gorilas empoleirados em cargos públicos preparavam um discreto “meia-volta, volver” às casernas. Mesmo assim, o Dops ainda inspirava temor e a censura comia solta no rádio e na TV.

Em um acordo tácito entre militares e o resto da sociedade, a repressão era amaciada em um único período do ano: o carnaval. Naquela curta semana que marcava o início da Quaresma, a única coisa que vigorava era a regra estabelecida por Tim Maia: vale tudo. Talvez por isso mesmo, os bailes de Carnaval – com suas indefectíveis mulheres desfilando em trajes sumários, não raro de topless –  eram aceitos sem grandes traumas pelos responsáveis pela garantia da ordem e dos bons costumes nas tele-transmissões nacionais.

Curiosamente, o grande barato daquela época era um baile de inspiração assumidamente homossexual: o Gala Gay do Rio de Janeiro. Transmitido pela TV Bandeirantes, o baile recebia gays, lésbicas e simpatizantes do mundo inteiro. Dado seu caráter democrático, até mesmo quem era hétero se aventurava a participar do Gala Gay, tal era a animação que marcava a festa.

Durante a madrugada, Otávio Mesquita e Cristina Prochaska ficavam encarregados de entrevistar os foliões. Mesquita, ainda na sua infância televisiva, era responsável pela avacalhação das entrevistas; tirava onda mesmo. Já Prochaska, uma iniciante nas telenovelas, tentava dar um ar mais sério às suas intervenções, já pensando na sua futura carreira como jornalista.

Lero vai, lero vem, lá pelas 2h30m da madrugada da terça de Carnaval a equipe responsável por cobrir o Gala Gay já tinha dado no saco. “Tá todo mundo bêbado, Eduardo. A essa hora não tem ninguém mais assistindo em casa!”, reclamou Otávio Mesquita a Eduardo Lafond, diretor do programa. “Ok”, disse Eduardo, “vamos fazer só mais uma tomada geral, você entrevista mais alguém e aí depois a gente encerra”, aquiesceu o responsável pela transmissão.

Enquanto o câmera-man “abria” a câmara para pegar a maior quantidade de gente, Otávio Mesquita arrastou um folião para a última entrevista. Do outro lado do take, Cristina Prochaska apenas assistia à cena. Foi quando de repente, por trás de Otávio Mesquita e do entrevistado, apareceu uma daquelas mulheres de corpo exuberante, ostentando apenas um micro-biquíni como vestimenta.

Até aí tudo bem, pensou o diretor. Se de vez em quando se mostrava até mulher com tapa-sexo, que dirá mulher com fio dental. De repente, não mais que de repente, a mulher olhou para a câmera, fez um olhar de safada, arrancou o biquíni com as mãos e começou a dançar com gestos obscenos para a câmera. O diretor enlouqueceu:

“Que porra é essa?!? Tira essa mulher daí!! Vão cortar a nossa transmissão!!”, gritou desesperado Eduardo Lafond no ponto de Otávio Mesquita, que a tudo ouviu impassível.

Súbito, o diretor teve uma idéia. Uma vez que não havia como retirar a mulher à força do lugar onde ela estava, bastava acionar o câmera-man e mudar o foco da transmissão:

“Zezinho”, suplicou o diretor, “FECHA NA PROCHASKA!!”

Ao ouvir isso, o câmera-man deu um close nas partes baixas da figurante desinibida.

E foi assim que a genitália feminina foi exibida pela primeira vez ao vivo na televisão brasileira.

Publicado em Crônicas do cotidiano | Marcado com , , , | Deixe um comentário

Trilha sonora do momento

E lá vem o Carnaval…

Publicado em Trilha sonora do momento | Marcado com , , , | Deixe um comentário

Pensamento do dia

Má atitude é como pneu furado: você não vai a lugar algum se não trocar antes.

Publicado em Pensamentos do dia | Marcado com , , , | Deixe um comentário