Pra desopilar: O exemplo do futebol sueco

Nada contra as crianças, muito pelo contrário.

Mas de vez em quando é bom lembrar dos velhinhos também, né?

#FicaaDica

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Despontando para o anonimato

Saindo dos clássicos dos anos 80, vamos avançar uma década no tempo para chegar à década seguinte: os curiosos anos 90.

Porque foi no early nineties que os descrentes do Faith No More estouraram nas paradas com a sua versão de um grande hit de Lionel Richie.

Mas o fato é que, depois disso, nunca mais se ouviu falar nos caras.

Sinal de que as coisas não eram tão Easy assim…

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Overcoming your uncle

É fato: as mulheres são mais inteligentes do que os homens. Na fase adulta, e através de grande esforço de educação, a distância abissal que separa homens e mulheres é reduzida, embora nunca seja definitivamente eliminada. Mas, quando crianças, o desenvolvimento precoce do sexo feminino não deixa espaço para dúvidas. Sim, as meninas são muito mais inteligentes do que os meninos.

Quando tinha dois anos, Ana Barbára já se fazia sentir na família. O bebê que nascera indefeso agora fazia parte da rotina da casa, a ponto de não ser possível excluí-la das conversas, muito menos impedi-la de tornar-se assunto constante na roda dos adultos.

Como toda criança, Bárbara não conseguia pronunciar o “r” vibrante. Dificuldade natural a todo bebê, o “r” tão caro a Galvão Bueno só vai dar as caras nas bocas infantis por volta dos quatro, cinco anos. Tempo suficiente para os “tios chatos” de plantão deitarem e rolarem por cima do complexo de Cebolinha dos miúdos.

Uma vez que a ausência do “r” vibrante levava-a a pronunciar “Bárbara” como “Bábala”, o tio chato daquela família adorava aperrear o juízo da pequena repetindo a pronúncia equivocada repetidas vezes, em um misto de carinho e bullying capaz de tirar do sério qualquer alma cristã:

“Bábala! Bábala!”, dizia o tio chato.

Certa vez, a criança decidiu que não levaria mais desaforo pra casa. Ao ouvir o recital de seu nome equivocado pela milésima vez, a miúda resolveu interpelar o tio:

“O meu nome não é Bábala!”, exclamou a menina, com o som estridente típico de quem tem tão pouca idade.

O tio chato não se fez de rogado. Do alto da sua malícia de adulto, resolveu colocá-la em xeque:

“Qual é então o seu nome?”, pergunto o tio, imaginando que a resposta eliminaria a discussão, já que ela não conseguiria falar corretamente seu próprio nome.

A criança fez cara de enfezada, pensou por dois segundos, e rebateu:

“Ana!”

E nunca mais o tio chato voltou a chamá-la de “Bábala”.

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Trilha sonora do momento

Em tempos de Omertà…

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Pensamento do dia

Os pequenos atos que se executam são melhores do que todos aqueles grandes que se planejam.

By George Marshall

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Pra desopilar: Hologram Vinyl

E você aí pensando que os LPs tinham acabado.

Tsc, tsc, tsc…

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Despontando para o anonimato

Encerrando esta semana de back to the eighties, vamos recordar um clássico existencial da época.

Porque foi no finalzinho da década que Eddie Brickell and the New Bohemians saiu se perguntando What I am?

Algo que, pelo visto, nem eles tinham resposta.

Fazer o quê?

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