Trilha sonora do momento

Chegando ao fim deste duro e difícil 2020, creio que a melhor trilha sonora não poderia ser outra senão esta aqui.

Porque, meu amigo, só resta uma certeza:

É preciso acabar com essa tristeza

É preciso inventar de novo o amor

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Pensamento do dia

O processo de mudança leva tempo, mas a decisão de mudar é imediata.

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Os plágios na música mundial

Saindo um pouco da mesmice das políticas nacional e internacional que acabou permeando este espaço nos últimos meses, vamos literalmente virar o disco e resgatar uma das seções mais idolatradas deste espaço: a sempre tão querida Música.

Desta feita, no entanto, não para exaltar ou recordar grandes nomes da música, seja daqui ou d’Álem-mar. Não. Neste caso especificamente, vamos identificar casos verdadeiramente vergonhosos da indústria fonográfica, nos quais a ausência de criatividade aliou-se de forma vagabunda à preguiça para gerar um das coisas mais asquerosas existentes em qualquer campo do conhecimento: o famigerado plágio.

O plágio, como se sabe, é uma forma desonesta de atribuir como sua a autoria de algo que foi produzido por outrem. Os casos são vários e a desonestidade não faz distinção de área de conhecimento. Ela pode acontecer na literatura, nas ciências, no Direito e, claro, também na música. De vez em quando, o sujeito é apanhado, mas é extremamente raro que daí resulte alguma consequência prática. Quem acompanha a política nacional, por exemplo, pôde observar casos de currículos de gente ilustre indevidamente adornados por títulos obtidos mediante o uso desse expediente espúrio, ou, ainda pior, que sequer existiam.

Para não tomar mais o vosso tempo e irmos direto ao que interessa, vamos rememorar aqui cinco casos de plágio da música mundial, alguns que nem sequer ainda foram estabelecidos pela crítica especializada (mas que ficam bem óbvios ao se comparar as canções), mas sem estabelecer qualquer critério de hierarquia entre eles.

Eis a lista:

1 – Taj Mahal x D’ya think I’m sexy?

Quem é mais velho vai se lembrar, mas houve uma época em que Jorge Ben Jor era maior do que Rod Stewart. Sim, o grande coveiro da música mundial é ícone da música pop romântica dos anos 70 e 80. Mas, nem por isso, escapou da acusação de plagiar nosso grande Jorge Ben.

O objeto da controvérsia gira em torno de um clássico da discografia de Jorge Ben: Taj Mahal. O refrão inconfundível da música (tê-têrê-tê,tê-têrê-tê,tê-têrê-têêêê) é rigorosamente idêntico, musicalmente, a um dos grandes sucessos de Rod Stewart: D’ya think I’m sexy?

Jorge Ben, claro, não deixou pra lá. Processou o cantor britânico, que, então, resolveu doar os direitos autorais da música ao Unicef. Anos depois, Rod Stewart reconheceu o plágio e o caso foi definitivamente encerrado.

 

2 – Mamãe passou açúcar em mim (Mommy sprayed sugar on me) x Sugar

Para quem pensa que os plágios só contaminam músicas antigas, eis aqui um caso clássico de plágio que passou despercebido da imensa maioria das pessoas e, para suprema vergonha da imprensa, até mesmo da tal “crítica especializada”. Sim, porque não faz muito tempo que o pessoal do Maroon 5 estourou nas paradas com Sugar.

Obviamente, quase ninguém dos dias de hoje ouviu ou mesmo sabe quem foi o grande Wilson Simonal. E menor ainda é o número de pessoas que conhece seu movimento – a Pilantragem – que tirava onda até mesmo com as próprias músicas. E foi assim que o clássico Mamãe passou açúcar em mim se tornou o infame Mommy sprayed sugar on me.

Embora o vídeo da versão em inglês da música não esteja mais disponível no YouTube, basta comparar ambos os refrões para saber de onde veio a “inspiração” para o sucesso dessa Boy Band.

3 – Eu nasci há 10 mil anos atrás x I was born about 10 thousand years ago

Engana-se, porém, que o plágio só acontece de gringos contra brasileiros. Há vários casos em que a cópia descarada toma a mão inversa. E não foi de nenhum caso menor, não, mas antes de um dos maiores sucessos do nosso rock nacional. Porque ninguém em sã consciência classificaria de outro modo Eu nasci há 10 mil anos atrás da dupla Raul Seixas/Paulo Coelho.

No entanto, pouca gente sabe que a, digamos, “fonte de inspiração” de Raulzito e Paulo Coelho é de outra lenda do Rock Mundial. Talvez, a maior de todas as lendas: Elvis Presley. Porque foi o “Rei” quem cantou, muitos anos antes, I was born about ten thousand years ago.

Embora a versão brasileira tenha lá suas originalidades, há o título e mesmo o ritmo a considerar. Duvida? Confira comigo no replay:

4 – Pour toi Feelings

Pra mostrar que a questão do plágio não se restringe a uma briga entre lusófonos e anglófonos, o caso de Loulou Gasté e Morris Albert comprova que esse mau hábito desconhece fronteiras. Tudo bem que Morris Albert é quase um crossover de brasileiro com americano, já que, paulistano da gema, fez (mega)sucesso com sua inesquecível Feelings cantando em inglês.

O que pouca gente sabia, no entanto, era que a música havia sido escrita originalmente por  um compositor francês chamado Louis “Loulou” Gasté, cujo título era Pour toi. Cantada em um filme B do cultuado cinema francês (Le feu aux poudres, traduzido macarronicamente como Albatrasse, o traficante sinistro), Loulou Gasté só foi descobrir o plágio depois que um conterrâneo seu “importar” Feelings de volta para a França, com uma versão intitulada Dis-lui.

Gasté, claro, não gostou nada da “novidade” e processou Morris Albert. Alguns anos depois, uma corte norte-americana condenou o cantor brasileiro ao pagamento de EU$ 380 mil como indenização a Loulou Gasté. Seja como for, trata-se do único caso do original-que-foi-plagiado-e-virou-versão-do-próprio-plágio. Durma-se com um barulho desses.

5 – You can’t catch me Come together

E para terminar com chave de ouro esta página negra da música mundial, a comprovação maior de que o plágio desconhece não só fronteiras, mas também talento e sucesso mundiais. Pois quem iria imaginar que os Beatles – ou, mais especificamente nesse caso, o grande John Lennon – pudesse ceder à tentação de copiar músicas alheias para produzir os próprios sucessos?

Mas, por mais estranho e bizarro que isso possa parecer, esse lamentável equívoco aconteceu. E o objeto do plágio foi nada mais, nada menos, do que outra lenda do rock mundial: Chuck Berry. Ele, que gravara ainda nos anos 50 You can’t catch me, quase cai pra trás da cadeira quando ouviu os primeiros acordes de Come together no final dos anos 60.

Evidentemente, a coisa não ficou por isso mesmo. Chuck processou John e o caso acabou encerrado em um acordo sigiloso, cujos termos até hoje se desconhece. Ficou, no entanto, a lição de que mesmo os grandes gênios da humanidade podem cair em pequenos pecados.

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Trilha sonora do momento

E como ontem se completam 40 anos desde que um imbecil chamado Mark Chapman assassinou estupidamente o grande John Lennon, vamos relembrar uma das minhas favoritas do Great John.

Porque como seria bom tê-lo de volta cantando como se tudo estivesse a começar de novo…

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Pensamento do dia

O grande perigo da pandemia são as pessoas com baixa humanidade.

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O novo emprego de Sérgio Moro, ou A desmoralização completa de um ex-mito do combate à corrupção

Da onde menos se espera, daí é que não vem mesmo. Tal é a sensação de quem acompanhou o noticiário político-jurídico desta última semana.

Para quem não acompanhou, o ex-juiz, ex-ministro, dublê de colunista e eterno candidato não declarado à Presidência da República, Sérgio Moro, aceitou ser sócio de um escritório de advocacia responsável por recuperações judiciais e efetivação de medidas de compliance em empresas metidas em sujeira da grossa. Findo o período de quarentena ao qual foi submetido pelas regras da ética pública, Moro finalmente fez sua estréia como profissional liberal.

Até aí, nada de mais. Desde que saiu batendo a porta do governo Bolsonaro, o ex-juiz encontrava-se desempregado. E sabe como é, né? A vida tá difícil, a inflação está alta e alguém tem que pagar as contas da casa, pois não dá pra jogar o sustento de toda a família nas costas da “conja” Rosângela (que agora tenta tirar onda de escritora).

Não que isso fosse inesperado, muito pelo contrário. Afinal, o sonho de qualquer desempregado é conseguir um bom emprego, de preferência daqueles em que você não se esforce muito e pague bem. Havendo vagas na praça, nada impede que o sujeito vá distribuir o seu currículo onde bem entender. O empregador que avalie o candidato e decida (ou não) pela sua contratação. Se a coisa tivesse se resumido a isso, jogo jogado; haveria pouco a criticar na conduta de Sérgio Moro.

No entanto, a porca começa a entortar o rabo quando se verifica o tipo de trabalho que Sérgio Moro vai desenvolver no novo emprego. Conforme ficou se sabendo depois, na carteira de clientes do escritório ao qual Sérgio Moro aderiu encontram-se várias empreiteiras. Sim, as mesmas empreiteiras que Moro perseguiu com unhas e dentes quando vergava a toga de magistrado, sendo a Odebrecht – a “famigerada” Odebrecht, a mesma que tinha em seu organograma o chamado “Departamento de propinas” – o exemplar mais reluzente dessa clientela.

Construiu-se, assim, uma situação no mínimo esquizofrênica. O juiz, em tabelinha com o Ministério Público, processa empresas e manda para a cadeia os seus diretores. Apanhadas com a boca na botija, as empresas são obrigadas a assinar acordos de leniência e os seus executivos, delações premiadas. Com a reputação das empresas no chão, a fonte de sustento das empresas seca – governos proíbem contratações, bancos negam empréstimos com medo de calote, construtores desistem de obras programadas, etc. – e o único recurso que lhes resta é recorrer à recuperação judicial e à adoção de medidas de compliance, um nome bonito para uma “repaginada” que devolva um pouco da credibilidade perdida no mercado.

E o que faz o juiz responsável pelos processos depois de acontecer tudo isso?

Vai trabalhar como assessor jurídico da empresa que ele próprio, como agente do Estado, levou à lona.

Evidentemente, a firma de advocacia e Sérgio Moro negam qualquer desvio ético. Ao melhor estilo la garantía soy yo, alegam ambos que uma “cláusula contratual” impede que o ex-ministro atue em casos nos quais haja “conflito de interesses”. Acredite nisso quem supõe possível que uma firma de advogados – que assina contratos estritos de confidencialidade com seus clientes – permita a terceiros estranhos à sociedade perscrutar o dia-a-dia de suas atividades. Até porque, convenhamos, se fosse para impedir potenciais “conflitos de interesse”, Sérgio Moro não poderia sequer ter ingressado na empresa.

A questão, contudo, vai muito além dos problemas de natureza ética e mesmo de natureza disciplinar que a OAB prometeu investigar. A conversão definitiva de Sérgio Moro na antítese do mito por ele mesmo propagado – do juiz “duro”, “incorruptível”, que não cede a interesses mundanos – atinge de maneira irremediável sua imagem pública, manchando também, por tabela, a imagem da própria magistratura nacional.

Depois do que aconteceu com Sérgio Moro, toda e qualquer operação de combate à corrupção ficará irremediavelmente contaminada pela dúvida: o juiz ou promotor agiu dessa forma porque firmou sua convicção de acordo com a prova dos autos? Ou está agindo dessa maneira para se projetar na mídia e tentar descolar um carguinho político ou uma futura vaga mais bem remunerada na iniciativa privada?

Seria evidentemente leviano dizer que Sérgio Moro arquitetou esse roteiro cinematográfico desde o início, quando começou a despachar na Operação Lava-Jato. Pelo seu desempenho como ministro, pelo conteúdo de seus escritos e pelo conjunto de suas declarações públicas, é mais razoável concluir que tudo tenha sido de fato obra do acaso. Afinal, ninguém com um mínimo de senso crítico deixará de enxergar no ex-ministro uma pessoa absolutamente limitada, quer pela baixa qualidade técnica do que produziu, quer pela estreiteza de pensamento que o domina, donde a conclusão de um plano diabólico concebido por alguma mente genial revela-se de todo inverossímil.

Mesmo assim, a imagem que fica para a posteridade é a de um juiz que se serviu da projeção que a toga lhe proporcionou para auferir benefícios em proveito próprio. Primeiro, como ministro de um sujeito cujo adversário ele botou na cadeia. Depois, como advogado regiamente remunerado para reerguer empresas que ele mesmo cuidou de colocar de joelhos.

Não se sabe qual será o futuro de Sérgio Moro: se concorrerá à Presidência, se tentará uma vaguinha no Senado ou se continuará a encher os bolsos de dinheiro na iniciativa privada. A essa altura do campeonato, pouco importa. A única coisa certa é que os danos que ele causou ao Direito, em geral, e à magistratura, em particular, levarão décadas para ser superados.

E sabe-se lá se um dia de fato o serão…

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Trilha sonora do momento

Agora que o ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro deixou clara quais eram suas intenções desde sempre, nada melhor do que desopilar ao som de Pink Floyd, não é mesmo?

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Pensamento do dia

Se tudo que vai volta, meu dinheiro se perdeu no caminho.

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O adeus de Maradona

Se há uma coisa que eu particularmente sempre quis evitar foi que este espaço se tornasse uma espécie de obituário; um espaço para elegia de grandes figuras que partiram dessa para uma melhor. A passagem do – na opinião deste que vos escreve – maior ator do século XX há duas semanas e o adeus temporão do maior craque argentino de todos os tempos, no entanto, obrigam-me a quebrar a regra para prestar a justa homenagem que ambos merecem.

Maradona afirma ter sido abduzido por OVNI 'durante três dias' - Fotos - R7  Hora 7

Mas o que dizer de Maradona?

Fora os textos obrigatórios escritos pela imprensa esportiva e aquelas retrospectivas elaboradas pela grande mídia em geral, não há muito mais a acrescentar. Maradona era exatamente aquilo que transparecia, ao vivo ou na televisão: a pura emoção em forma de jogador.

Como atleta, Maradona era uma improbabilidade. Do “alto” dos seus 1,65m, o argentino era demasiadamente baixo para competir com atletas mais altos e mais fortes que já surgiam na geração pós-Pelé, do meio para o final dos aos 70. O Rei não era particularmente alto (tinha 1,73m), mas sua compleição física era muito mais bem distribuída em um corpo proporcionalmente esculpido para o futebol. Maradona, contudo, era o contrário. Com alegados 68kg (que muitas vezes ultrapassavam os 70kg), Dom Diego ostentava uma figura atarracada e roliça, gordinho mesmo. Ninguém diria que dali seria possível extrair uma explosão igual àquela que o levou a driblar meio time da Inglaterra e fazer o segundo gol mais bonito de todas as Copas, nas quartas de 1986 (sim, o primeiro é o quarto do Brasil na final contra a Itália em 1970).

Como figura humana, Dieguito era um polemista por natureza. Orgulhoso do sangue argentino que carregava nas veias, Maradona brigou com tudo e com todos: dirigentes, técnicos, jogadores, ex-jogadores e até com as próprias filhas, no final da vida. Não era do tipo que passava pano, nem gostava de fazer média com quer que fosse. Tivesse outro temperamento, possivelmente não teria levado ganchos tão severos da Fifa quando seus anti-dopings deram positivo em mais de uma oportunidade (sim, os “julgamentos” da toda-poderosa entidade do futebol são recheados de política).

Os argentinos nunca irão concordar, é fato, mas Maradona não foi maior que Pelé. Até porque, convenhamos, não há, nunca houve e provavelmente nunca haverá ninguém como Pelé. De todo modo, pode-se dizer que Dom Diego foi aquele que chegou mais próximo da genialidade do nosso querido Edson Arantes do Nascimento. Tostão, que jogou contra e ao lado do Rei, diz pra quem quiser que ouvir que Maradona foi o maior showman que ele já viu em campo. E se o Tostão que é o Tostão diz isso, quem somos nós pra discordar?

Se no campo da bola a discussão nem sequer se põe, no campo midiático a disputa rende uma boa discussão. Pelé reinou, de fato, durante toda a sua carreira e até ser coroado o “Atleta do Século” pela revista L’Equipe em 1981. O Rei, contudo, tornou-se mito numa outra era, em que a TV ainda engatinhava e a máquina de propaganda da grande mídia não tinha nem a penetração nem o poder de persuasão que passaram a ter a partir dos anos 80.

Nesse panorama, Maradona veio bem a calhar para todo mundo. Não só porque o argentino era um gênio da bola, mas porque suas polêmicas extracampo ajudavam a mantê-lo constantemente na mídia, mesmo quando não havia futebol envolvido. De certa forma, Maradona esteve para o futebol como Michael Jackson esteve para a música pop nos anos 80. Ambos foram os maiores popstars das suas categorias durante aquela mágica década.

Obviamente, tamanha exposição teve um custo, ainda mais para alguém com pouco sentimento de reserva como era o caso de Maradona. Assim como Michael Jackson se precipitou em extravagâncias e em comportamentos cada vez mais excêntricos, Dom Diego se afundou nas drogas e dali nunca mais voltou. Seu envolvimento com a Camorra, no período em que jogou no Napoli, é largamente documentado. Purgatório da beleza e do caos da Itália, Nápoles foi a um só tempo o paraíso e a perdição do argentino. Para o bem e para o mal, Maradona nunca mais seria o mesmo depois de ter passado por lá.

Tudo isso, claro, perde importância quando se pensa na figura humana. Complexo, controverso, controvertido, contraditório, mas demasiadamente apaixonante, Maradona parecia encerrar em si – tal qual um poema de Drummond – todos os sonhos do mundo. A maior parte deles se perdeu pelo caminho, é verdade. Mas o sonho do menino pobre, nascido no subúrbio de Buenos Aires, baixinho, atarracado, sem nenhuma grande qualidade física e que só jogava bola com uma das pernas, esse – esse, sim – tornou-se realidade.

Vá em paz, Dieguito. Sua nação – e todos aqueles que amam o futebol – choram junto com ela.

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Trilha sonora do momento

Nem adianta pedir.

Nesse caso, a Argentina vai chorar por semanas.

E, provavelmente, vai continuar chorando depois disso.

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