Trilha sonora do momento

E já que tem gente pedindo pra sair (vergonha?), vamos desse clássico aqui da Fátima Guedes.

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Pensamento do dia

Aos amigos, tudo. Aos indiferentes, a lei. Aos inimigos, a injúria e, se possível, a calúnia.

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Trilha sonora do momento

Com o roubo do Louvre hoje, o único consolo foi que não levaram a Mona Lisa de novo…

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Pensamento do dia

Não se pode deixar tudo para o karma, então é bom aprender a xingar de vez em quando.

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Recordar é viver: “Os 10 melhores riffs de Rock de todos os tempos”

E já que hoje o rock está de luto com a morte do guitarrista do Kiss, vamos recordar um post da década passada, que trata justamente sobre os 10 melhores riffs de todos os tempos.

É o que você vai entender, lendo.

Os 10 melhores riffs de Rock de todos os tempos

Publicado originalmente em 5.9.19

A pauta do Blog tem andado pesada ultimamente, com tanta coisa ruim acontecendo dentro e fora do país. Para sair no noticiário negativo e tentar dar uma desopilada, nada melhor do que recorrer à seção mais adorada e presente deste espaço: a Música.

E, para não perder a mão, vamos elaborar mais uma daquelas listas de mais mais do Dando a cara a tapa. Neste caso, vamos fazer um ranking não propriamente de músicas, mas, sim, dos famosos riffs.

Desenhados prioritariamente para as guitarras, os riffs tecnicamente são uma progressão de acordes que dão a base para a sequência musical. Por isso mesmo, podem ser encontrados em qualquer lugar: no jazz, no rock, no samba e até na música clássica. Pra entender melhor, basta lembrar o Bolero de Ravel, que tem um crescendo musical inconfundível, no qual se seguem dois compassos no mesmo padrão rítmico, sem variação alguma, repetidos cento e sessenta e nove vezes.

Uma vez que definir qualquer lista de melhores é, por sua natureza, uma tarefa ingrata a quem se propõe, vamos restringir o universo musical ao gênero no qual os riffs efetivamente se tornaram famosos: o bom e velho Rock ‘n Roll.

Como toda lista, aqui vai muito do gosto de cada um. Portanto, será um erro querer tomá-la como verdade absoluta sobre a matéria. Trata-se, fundamentalmente, da expressão do gosto musical do Autor. Logo, se o dileto leitor gostar, pago-me da tarefa a que me propus. Se não gostar, pode enfiar a lista no ralo da banheira (ou em outro buraco que esteja à mão).

Sem mais delongas, vamos a ela:

10 – Smoke on the water

A grande canção do Machine head do Deep Purple inaugura nossa lista em grande estilo. Afinal, esse é o padrão do verdadeiro riff que se preza: inicia a música com um solo, segue pela música e depois volta no refrão. Quem assiste Ritchie Blackmore e ouve o som que sai da sua guitarra, logo sabe do que se está tratando.

9 – Sweet child o’ mine

Na mesma linha de Smoke on the water, mas correndo numa pista inteiramente diferente do Deep Purple, temos o antológico riff do Slash em Sweet child o’ mine. Além da impactante introdução, que salta aos ouvidos logo ao primeiro acorde, o solo no meio da música também é inesquecível. Uma obra-prima dos Guns ‘n Roses, numa época em que Axl Rose e o próprio Slash ainda eram amiguinhos.

8 – Money

Quando se fala de Pink Floyd, está se falando do estado da arte do rock mundial. Ainda mais quando se junta numa só canção, com igual patamar de dignidade, o baixo de Roger Waters e a guitarra de David Gilmour. Tal é a razão de Money ocupar o oitavo lugar da nossa lista. Se isso não fosse o bastante, Gilmour ainda nos brinda com um “solo” de três guitarras: uma tremble, uma stratoscaster e uma elétrica “normal”. É ou não é um gênio?

7 – Iron Man

Nenhuma lista de qualquer coisa de Rock ‘n Roll pode ser verdadeiramente digna se não der um jeito de encaixar o Black Sabbath de algum jeito no meio dela. Embora a escolha óbvia fosse Paranoid, como riff Iron Man é bem superior ao clássico da banda de Ozzy Osbourne. E a introdução anterior com a bateria parece que realça ainda mais os pesados acordes de Tonny Iommi. Ouça e depois me diga se não tenho razão.

6 – Come as you are

Para quem reclama que aqui só se recorre a velharias, eis aqui a prova de que isso é mentira (ok, ok, nem tanto assim). Afinal, Kurt Cobain e seu Nirvana já são filhos dos anos 90. Mesmo assim, o revolucionário grunge daquela década foi praticamente lançado com Nevermind. E, neste álbum, nenhuma música é mais marcante do que Come as you are. Duvida? Então escute de novo o riff da canção.

5 – Sunshine of your love

O 5º lugar da nossa lista é de um riff, sem dúvida. Mas, ao contrário dos demais, não é um riff de guitarra. Ou, pelo menos, não é um riff exclusivamente de guitarra. Afinal, a base da introdução de Sunshine of your love não é a guitarra de Eric Clapton, mas o baixo de Jack Bruce. A canção se tornou o clássico, e o seu riff, um das mais perfeitas reproduções de rock de todos os tempos.

4 – Day tripper

Mas é evidente que na nossa lista não poderiam faltar os Beatles, né? Em Day Tripper, John Lennon conseguiu montar seu riff quase como uma versão inglesa do rock americano dos anos 50. A versão é tão bem feita que é possível simpatizar até com o pandeiro de Ringo Star batendo ao fundo. Seja como for, é um clássico para quem curte o Fab Four.

3 – Money for nothing

Iniciando o pódio da nossa modesta lista, a medalha de bronze vai para um verdadeiro clássico dos anos 80. Porque só quem não viveu aquela época não reconhece os acordes de Money for nothing do Dire Straits. Enquanto Mark Knopfler pedia money for nothing and chicks for free, o fato é que a galera curtia adoidado. Ouça e entenda o porquê.

2 – Satisfaction

Pensavam que eu ia deixar os Rolling Stones de fora, não pensaram? Pois pensaram errado, meus caros. Afinal, nenhuma lista de riffs que se pretenda séria pode prescindir de Satisfaction e os acordes da guitarra de Keith Richards. Não só porque a música em si é excelente, mas também porque Satisfaction é praticamente o hino de uma geração. É deles, portanto, a medalha de prata aqui do Blog.

1 – Back in black

Chegando ao topo da nossa lista, o 1º lugar, medalha de ouro, best of the best, é talvez a mais pesada de todas elas. Sim, porque ninguém que escute pela primeira vez Back in black vai achar que se está diante do rock tradicional, daqueles que transita sem problemas pela sala de jantar e de estar. Não. Quando a galera do AC/DC começa a tocar, é sempre melhor tirar as crianças da sala. A história por trás da canção tem algo de trágico, mas a verdade é que se trata de um episódio de superação. Por isso mesmo, com todas as honras, o riff de Angus Young merece a cabeça da nossa lista.

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Trilha sonora do momento

Festa no céu, agora com uma trilha sonora bem mais roqueira com a passagem do Ace Frehley.

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Pensamento do dia

A partir de determinada idade, o corpo ideal é aquele em que as costas não travam e os joelhos não doem.

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A marcha da insensatez

Dando sequência à retomada de algumas das seções mais queridas (e esquecidas) aqui do Blog, vamos tratar de um tema que sempre foi caro a este que vos escreve: a tão maltratada História. E, para retomar essa seção em grande estilo, vamos falar sobre uma das obras mais relevantes da historiografia do século XX: A marcha da insensatez.

Antes da obra propriamente dita, falemos da autora.

Barbara Tuchman não foi uma historiadora comum. Bicampeã do Pulitzer (por Os Canhões de Agosto e Stillwell and the American Experience in China), ela elevou a narrativa histórica a uma forma de arte, combinando um rigor metodológico com uma prosa vibrante e acessível. Ela tinha um talento especial para destrinchar os mecanismos do poder e as idiossincrasias da natureza humana que moldam os eventos globais. E em nenhum outro livro essa habilidade é mais evidente do que em A Marcha da Insensatez.

Publicado originalmente em 1984, o livro não é uma crônica linear de eventos. Ele está mais para estudo anatômico, uma espécie de autópsia de padrões peculiares que quase sempre redundam em catástrofe: a insistência terrivelmente teimosa de governantes em adotar políticas contrárias aos seus próprios interesses.

“Insensatez”, para Barbara Tuchman, não é aquela que o vulgo popular costuma emprestar ao termo, de sinônimo de loucura ou temeridade. Não se trata, tampouco, de um mero erro de cálculo ou de uma tragédia inevitável. De acordo com a autora, para um caso histórico se qualificar como insensatez, ele deve preencher necessariamente três requisitos: 1) a política deve ter sido percebida como contraproducente na sua época; 2) deve ter havido alternativas viáveis e identificáveis; e 3) a política deve ter sido perseguida por um grupo, e não por um único governante, ao longo de um período de tempo significativo.

A obra é estruturada em torno de quatro grandes estudos de casos. O primeiro caso remonta às origens da literatura ocidental: a famosa Guerra de Tróia, imortalizada na Ilíada, de Homero. Tuchman recorre a Tróia para mostrar que os troianos, conscientes de que Páris estava errado ao raptar Helena, optaram pela guerra em vez da solução óbvia: expulsar simplesmente o casal. Apesar de avisos proféticos, como a de Cassandra (a profetisa a quem ninguém ouve), o rei Príamo e a elite troiana escolheram o caminho da honra e do orgulho, o que os levou à sua aniquilação total. Trata-se do exemplo. mais bem acabado da insensatez: preferir a destruição a admitir um erro.

Dos tempos homéricos a obra salta direto para o Renascimento. Barbara Tuchman brilha ao demonstrar que, no curto espaço de apenas seis papas – Sisto IV, Inocêncio III, Alexandre VI (o famigerado Roderigo Borja), Pio III e Leão X – a estrutura corrupta e depravada da Igreja Católica de então conduziu ao único resultado possível em tais circunstâncias: a Reforma Protestante. Homens mais interessados no poder temporal, no nepotismo e na devassidão, esses pontífices ignoraram o apelo por reformas e tornaram lugar-comum a corrupção e a venda de indulgências. A ironia aqui é trágica: os líderes designados para salvar as almas foram os mesmos que, por pura indolência e ambição, perderam metade delas.

O livro ainda traz os casos da perda das colônias norte-americanas pela Inglaterra, assim como o trágico caso da Guerra do Vietnã. No final das contas, Barbara Tuchman conclui o que parece óbvio a qualquer um que observe uma situação tal “do lado de fora”: os atos de insensatez raramente são fruto apenas de maldade pura. Antes disso, são um produto direto da rigidez mental, da embriaguez pelo poder e, sobretudo, da recusa em aceitar evidências que contrariem as crenças já estabelecidas. Ou, na síntese magistral da própria autora, é a “supressão da informação por não se conformar aos desejos pré-concebidos”.

Mais do que uma aula de História, A marcha da insensatez é um manual de sobrevivência política. Ele não nos deixa esperançosos sobre a natureza dos governantes. Pelo contrário. Sua idéia é estimular a desconfiança e o ceticismo quanto ao uso dos mecanismos de poder. Quando este vem desacompanhado do mínimo de sabedoria e humildade, é como se todo um povo marchasse alegremente em direção ao abismo.

Embora volumoso, o livro se desenvolve numa prosa clara e bastante agradável. Com alguma sorte, o leitor poderá aprender a utilizar algumas ferramentas visando a identificar os mesmos padrões de insensatez no mundo contemporâneo. Se isso pode parecer chato e desimportante para alguns, será de grande serventia para os mais antenados. Afinal, sempre é bom reconhecer a insensatez quando ela começa a bater à sua porta.

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Trilha sonora do momento

E já que o Laranjão combinou de se encontrar com o date Filho da Putin dele em Budapeste, vamos recordar esse antigo sucesso do George Ezra.

#piadapronta

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Pensamento do dia

Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.

By Friedrich Nietzsche

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