Chegando à véspera do encerramento deste especial de Natal, nada como contemplar-vos com um espécime bem recente, quase imberbe, dessa exótica categoria de gente famosa que nunca fez um hit na vida: o sujeito que atende pelo nome de Fiuk.
Fiuk
Fiuk representa o típico caso de celebridade que ninguém sabe de onde veio, muito menos para onde vai. Até onde a vista alcança, seu “sucesso” pode ser atribuído ao fato de ser filho de Fábio Jr. e, mais importante, meio-irmão da Cléo Pires. De resto, ninguém conseguiu ainda me explicar tantos holofotes em torno da figura.
Primeiro, o cara formou uma banda de nome bem apropriado: No name. Após um EP de apenas cinco faixas do qual ninguém ouviu falar, a banda desmanchou-se. Depois, o cara montou uma banda de nome japonês – Hori – cujo maior “sucesso” foi fazer a música de abertura de Malhação. Mesmo com o boost televisivo, Quem sou eu (e eu lá vou saber?) não ficou nem entre 60 mais tocadas da Billboard Brasil.
Finalmente, Fiuk saiu da Hori e resolveu tentar carreira solo. Daí pra frente, sua audiência musical tem guardado semelhança com a da TV Brasil: traço. Mesmo assim, vira e mexe o cara aparece em sites de paparazzi, revistas de fofoca e outras coisas toscas do gênero. A razão disso?
Jamais conseguirei entender…