E bem, e o resto?

Chegando ao final desta semana comemorativa, alguém há de perguntar: e agora?

Bem, agora é seguir em frente. Embora o que se passou neste ano já tenha justificado a criação deste espaço, sinto que ainda há muito a evoluir.

De pronto, projeto algumas mudanças no visual do blog, deixando-o mais atrativo para o público em geral. O problema é que a parca experiência deste que vos escreve com o WordPress impede que as mudanças dêem-se no ritmo desejado. Toda alteração depende de uma exaustiva pesquisa na net e o teste de uma série de funcionalidades que só quem está deste lado do balcão pode enxergar. Mesmo assim, espero nos próximos meses promover as alterações visuais e inserir algumas outras ferramentas destinadas ao melhor uso do visitante.

Fora isso, duas novas seções estão em processo de gestação. Provavelmente nos próximos dois ou três meses deverei a promover a sua estréia. Embora pareça trivial, a inserção de novas seções é tarefa um tanto atormentadora para quem mantém um blog. Sim, porque se corre o risco de: 1) fazer esvair a idéia original do blog; e 2) tornar penosa o acesso do leitor ao conteúdo que busca, fazendo com que tenha de rolar ad infinitum a barra ao lado do navegador. Mas, com alguma ajuda divina, espero trazê-las a lume o mais breve possível.

Desde sempre, este espaço rejeitou o caminho fácil de simplesmente reproduzir as notícias veiculadas na mídia. É o que fazem, por exemplo, Luís Nassif e Ricardo Noblat. Esse trabalho de compilação, além de chato, pouco ajuda no exercício de reflexão por parte do leitor e do próprio autor. Claro, ajuda bastante quando o quesito é quantidade de acessos, mas quem está em busca de fama instantânea? (Nessa hora, alguém deve estar dizendo: “Todos, menos a Luiza, que está no Canadá”). A idéia é sempre analisar algum fato cotidiano, histórico, científico ou coisa do gênero e colocar uma visão própria do assunto. Sempre que possível, de forma simples e direta, de modo a que mesmo quem não seja familiarizado com o assunto possa ler o post e formular por si mesmo um juízo próprio sobre o tema.

Por algum tempo, o blog contou com dois posts diários dignos do nome. Mas limitações de tempo fizeram com que esse número se reduzisse a apenas um. Para aumentar a quantidade e a qualidade do conteúdo do Dando a cara a tapa, gostaria de realizar um desejo manifestado algumas vezes em posts esporádicos: fazer com que os visitantes abandonem a digna condição de comentaristas e passem à condição de produtores de conteúdo do blog. Traduzindo: escrever posts.

Ao contrário do que boa parte pensa, isso não representa pura preguiça deste que vos escreve. (Quer dizer: não inteiramente :-)). A questão é que, por maior que seja a pluralidade de assuntos tratados aqui no blog, ainda assim todos são tratados como fenômenos analisados por um único observador: eu. A variedade de autores permitiria uma visão mais ampla da realidade, com o confronto de outros pontos de vista que não só o meu.

Por isso, fica aqui mais uma vez o convite: escrevam. Mandem-me uma coisa, qualquer coisa, que expresse a sua visão sobre determinado fato. Não há censura ou restrição de conteúdo. Pelo contrário. Quanto mais diverso e plural for este espaço, tanto melhor para os leitores e para mim.

E esperemos que 2012 traga boas inspirações para o autor e para os visitantes (Se os maias não estiverem certos, é claro).

Um bom início de ano a todos.

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