13 anos Dando a cara a tapa

Pois é, meus caros.

Conforme assinalado ontem, este pequeno e pacato recanto da Internet entra agora, oficialmente, em sua versão adolescente.

Parece que foi ontem, mas lá se vão treze anos desde que este que vos escreve resolveu assinar o WordPress e trazer o Dando a cara a tapa ao mundo. Apenas para se ter uma idéia da distância que separa este aniversário do dia do nascimento do Blog, basta imaginar que em, 18 de janeiro de 2011, o supremo mandatário da Nação era uma recém-empossada Dilma Rousseff, Bin Laden ainda estava a ser caçado pelos Estados Unidos e o último grito da moda em tecnologia era o Ipad 2.

Se tudo mudou, não espantará ninguém que este espaço também terá mudado horrores nesta quase década e meia de existência. A produção de textos dignos de receberem o nome de “posts” já subiu e já caiu, mas, de certa forma, o espaço nunca “morreu” (pelo menos, não oficialmente). Claro que essas mudanças acabaram por reduzir a quantidade de visitações que o Blog recebe diariamente, mas, como eu gosto de frisar, o Dando a cara a tapa não nasceu pra ser “famoso”. A idéia sempre foi a de produzir reflexões que saíssem do habitual e oferecessem um olhar diferente daquele que, em regra, é oferecido pela grande mídia. Sob esse prisma, modestamente, creio que o sucesso foi alcançado.

Em 13 anos de espaço, foram produzidos pouco mais de 7 mil posts, espalhados nas 20 seções que fazem deste espaço um dos mosaicos mais ecléticos da Internet. Os escritos aqui produzidos atraíram a atenção de aproximadamente 825 mil leitores. Destes, 2.725 seguiram o ensinamento deste espaço e ofereceram a cara a tapa, deixando seus comentários por aqui.

O que virá pela frente?

“O futuro a Deus pertence”, ensina o dito popular. Entretanto, o compromisso deste que vos escreve é prosseguir com a labuta semanal, sempre tentando oferecer algo que justifique o tempo perdido pelos fiéis seguidores do Blog.

Como de hábito, semanal que vem teremos nossa tradicional Semana especial de aniversário, com os prognósticos do Blog para a Economia, para o Brasil e para o mundo neste 2024 que se inicia.

Até lá, fica mais uma vez o meu muito obrigado a todos que, de quando em vez, vêm aqui desperdiçar um pouco do seu precioso para ler estas mal alinhavadas linhas. Foi para vocês que este espaço foi criado.

Cordialmente,

O Autor

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Trilha sonora do momento

Com o Blog chegando oficialmente à condição de teenager, nada melhor do que invocar o pessoal do Nirvana pra animar a festa.

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Pensamento do dia

Growing old is mandatory, but growing up is optional.

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Trilha sonora do momento

Back in business.

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Pensamento do dia

Exercito a paciência, porque, se usar a força, não vou ter dinheiro pra pagar a fiança.

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Trilha sonora do momento

Em pleno recesso e em pleno sábado.

Mas, para não deixar de manter a tradição…

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Aviso aos navegantes

Pois é, meus caros.

Mais um ano que se encerra e, apesar dos pesares, conseguimos manter este blog com o nariz acima da água, sem se afundar e perder-se nos afazeres cotidianos.

No entanto, como este que vos escreve também é filho de Deus, entramos agora no período de recesso de final de ano.

Com a graça do Bom Senhor, regressaremos às nossas atividades rotineiras na terceira semana de janeiro, quando comemoraremos mais um ano de aniversário do Dando a cara a tapa.

Até lá, desejo-vos um Bom Natal e um Feliz 2024.

Cordialmente,

O Autor

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Recordar é viver: “O 25 de dezembro”

E já que estamos vivenciando o espírito natalino, nada melhor do que relembrar um dos posts mais antigos deste espaço. Afinal, antes de ser “o Natal”, o 25 de dezembro foi muita coisa antes.

É o que você vai entender, lendo.

O 25 de dezembro

Publicado originalmente em 23.12.11

Aproxima-se o Natal e todo mundo a esta hora deve estar indo correr em shoppings atrás dos últimos presentes que ficaram faltando. A comercialização da data acabou por fazer esquecer a origem da festa. Comemora-se o nascimento de Jesus Cristo. Mas será que Jesus nasceu mesmo no dia 25 de dezembro?

Não há qualquer registro histórico ou bíblico de que Jesus tenha nascido nesse dia. Temos certeza de que Cristo existiu pelas referências de dois historiadores romanos: Tácito e Flávio Josefo. Por serem romanos e historiadores, supõe-se que seus relatos seja, digamos, “imparciais”, isto é, não estariam “contaminados” por qualquer adesão à nova religião que surgia. Mas os relatos de Tácito e Flávio Josefo já tratam de Jesus adulto, subversivo e abalando as estruturas em Jerusalém. Não cuidam, nem poderiam, do nascimento dele. Em toda a Bíblia, há apenas o relato do nascimento na manjedoura, mas sem qualquer referência a datas.

É bem provável, também, que Jesus não tenha nascido no ano 1 da Era Cristã, mas 6 ou 7 anos antes de Cristo. Sim, por mais contraditório que pareça, Jesus não nasceu na data marcada como o início de sua era. Segundo o Evangelho de Mateus, Jesus nasceu ainda sob o reinado de Herodes Magno. Como Herodes morreu no ano 750 da Era Romana, equivalente, no nosso calendário, ao ano 4 a.C, Cristo necessariamente teria nascido antes de sua era.

A data de 25 de dezembro fora estabelecida em 274 d.C por Aureliano como o Dies Natalis Invicti Solis, ou o Dia do Nascimento do Sol Inconquistável. A data coincidia com o solstício de inverno, comemorado pelos romanos como a data em que a terra iniciava seu descanso e se preparava para a semeadura e colheita do ano seguinte. Homenageava-se Saturno, o Deus da Agricultura para os pagãos.

Foi somente em 350 d.C que o Papa Júlio I decretou que o nascimento de Jesus Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de dezembro. A intenção era clara. Naquela época, o Cristianismo despontava como principal religião do Império Romano e, 30 anos depois, seria reconhecida como a única religião oficial do Império, pelo Edito de Tessalônica. Para angariar mais fiéis, alguém pensou que seria menos traumatizante adaptar as festas pagãs ao cristianismo, de modo a diminuir o “trauma” da conversão.

Tanto é assim que, do ponto de vista da liturgia cristã, o Natal não é a data mais importante do ano. É a Páscoa. É nela que se celebra o “mistério da fé”, isto é, o fato de que Jesus foi crucificado, morreu, venceu a morte e ressuscitou dos mortos. É em torno dela que se estrutura toda a crença cristã. Do ponto de vista religioso, o Natal seria talvez a segunda mais importante, porque é nele que se celebra o advento do Salvador do Mundo.

De todo modo, mesmo para quem não é cristão, o Natal é a época de celebrar a vida. O mercantilismo, claro, tirou um pouco do brilho da época, resumindo-a a uma sessão coletiva de troca de presentes. Mas não há quem no Natal se esqueça de celebrar a família e a amizade. E, afinal, é para isso que vimos ao mundo.

Porque, como diria Vinícius, é melhor ser triste junto do que ser feliz sozinho.

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Trilha sonora do momento

Então é Natal…

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Pensamento do dia

Eu não sei vocês, mas eu ainda não emagreci o suficiente pra poder voltar a engordar no Natal.

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